Quinta-feira, 28 de maio de 2026
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A Procuradoria da Suécia informou nesta terça-feira (19/11) que vai encerrar as investigações de uma acusação de estupro contra o fundador do WikiLeaks, o australiano Julian Assange, atualmente preso no Reino Unido. 

A Suécia já tinha arquivado, há dois anos, as investigações do suposto caso de estupro, denunciado em 2010. No entanto, em maio de 2019, elas foram reabertas.

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A vice-procuradora-chefe da Suécia, Eva-Marie Persson, explicou que, apesar das evidências da acusadora serem críveis e confiáveis, as memórias das testemunhas têm ficado mais fraca devido à distância de 10 anos de quando o crime teria sido cometido.


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Suécia já tinha arquivado, há dois anos, as investigações do suposto caso de estupro, denunciado em 2010; no entanto, em maio de 2019, elas foram reabertas

Reprodução

Acusação de estupro contra Assange surgiu em 2010, quando duas mulheres alegaram terem sido vítimas de agressões sexuais

Depois de conduzir uma avaliação abrangente do que emergiu durante o curso da investigação preliminar, faço a avaliação de que as provas não são fortes o suficiente para formar a base para a apresentação de uma acusação”, afirmou. 

A acusação de estupro contra Assange surgiu em 2010, quando duas mulheres alegaram terem sido vítimas de agressões sexuais cometidas pelo jornalista em Estocolmo. O australiano sempre negou a culpa. 

O caso ficou parado depois que Assange se refugiou na embaixada do Equador em Londres para evitar uma extradição aos Estados Unidos, onde respondia pelo vazamento de documentos confidenciais do governo através do site WikiLeaks. 

Em abril de 2019, Assange foi preso em Londres, retirado da embaixada e condenado a quase um ano de prisão por violar as condições de uma fiança paga em 2011. Na prática, o encerramento das investigações na Suécia facilita a Justiça britânica, que não precisará entrar em um dilema para decidir sobre pedidos de extradição da Suécia e dos Estados Unidos.