Terça-feira, 12 de maio de 2026
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O presidente da Bolívia, Evo Morales, anunciou nesta terça-feira (27/08) a contratação de três novos helicópteros para combater os focos de incêndios florestais em Chiquitania, reserva natural localizada em Sata Cruz de la Sierra que faz parte da porção de Floresta Amazônica localizada em território boliviano.

“Recomendei a contratação de três helicópteros, um de dupla hélice que leva 12 mil litros, esperamos que com a cooperação internacional possamos finalizar a compra, e dois helicópteros que levam mais de quatro mil litros”, afirmou Morales à emissora Canal 7.

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O mandatário também agradeceu ao presidente do Peru, Martin Vizcarra, que enviou ao país outros dois helicópteros, com capacidade de três mil litros cada, para auxiliar nas operações de combate aos incêndios na Bolívia.

Desde quinta-feira (22/08), o trabalho de controle das chamas é feito com o uso da aeronave-tanque Boeing 747, chamado de Super Tanker, que consegue transportar até 115 mil litros. 

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Morales afirmou que, além das aeronaves, há mais 42 tanques, aviões leves e 209 veículos de transporte para os membros das brigadas e voluntários. 

Presidente afirmou que, além das aeronaves, há mais 42 tanques, aviões leves e 209 veículos de transporte para os membros das brigadas e voluntários

ABI

Além da aeronave Super Tanker, Bolívia adquiriu mais três helicópteros especializados em combate de incêndios

Plano conjunto entre Peru e Colômbia 

Os presidentes do Peru e da Colômbia, Martin Vizcarra e Ivan Duque respectivamente, anunciaram nesta terça-feira um plano de ação conjunta entre os países de atenção e desenvolvimento sustentável para a Amazônia. 

Foi realizada um declaração com 36 pontos que afirmam a necessidade de que a floresta seja protegida de atividades ilegais e poluidoras. Ambos presidentes concordam que Peru e Colômbia devem fazer uma “abordagem diferente” na Amazônia, e com isso, agir contra extradição de madeira e mineração, e evitar o desmatamento da floresta. 

O presidente peruano ainda afirmou que o plano é um “chamado para que todos os países amazônicos façam uma abordagem comum” para a floresta.