Domingo, 10 de maio de 2026
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Um drone israelense bombardeou a cidade de Khiam, no distrito de Marjeyoun, deixando pelo menos quatro pessoas feridas, de acordo com o Ministério da Saúde Pública do Líbano, acrescentando outro ataque à série de incursões que intensificaram a violência na região.

Khiam, localizada no sul do país árabe, não foi palco de transgressões do acordo de cessação de hostilidades acordado por Israel e Líbano em 27 de novembro de 2024. Em Ramya, outro drone perseguiu civis libaneses antes de detonar um dispositivo de som, causando pânico entre a população.

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A situação é ainda mais delicada pelas recentes declarações do governo liderado por Nawaf Salam, que busca pressionar o desarmamento do movimento de resistência islâmica libanês Hezbollah.

Essa postura foi criticada pelo xeque Naim Qassem, secretário-geral do Hezbollah, que alertou que tal movimento favoreceria os interesses israelenses, especialmente no contexto de seus planos expansionistas ligados ao projeto “Grande Israel”.

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A decisão, adotada pelo gabinete do governador em 5 de agosto, tem sido interpretada por diversos setores como uma estratégia que expõe os combatentes da resistência, suas famílias e a população civil a maiores riscos, em meio a um cenário já marcado pela violência.

Nesse contexto, o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, Ali Larijani, disse que Teerã não tem intenção de intervir nos assuntos internos do Líbano e que respeita plenamente as decisões soberanas do país.

No entanto, Larijani instou a nação libanesa a consolidar os esforços para rejeitar qualquer forma de interferência estrangeira, alertando que o prolongamento dessas violações dos acordos bilaterais pode intensificar a tensão na fronteira sul.