Domingo, 10 de maio de 2026
APOIE
Menu

Apesar da ofensiva israelense contra o Irã, o conselheiro de Segurança Nacional de Benjamin Netanyahu, Tzachi Hanegbi, reconheceu nesta sexta-feira (13/06) que os ataques de seu país “não serão capazes” de destruir completamente o programa nuclear de Teerã.

Em entrevista concedida ao Canal 12 israelense e citada pelo Times of Israel, Hanegbi declarou que o objetivo dos bombardeios iniciados nesta madrugada é “pressionar militarmente o Irã a concordar em desmantelar completamente seu programa nuclear”.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

A autoridade ainda especificou que Israel tem quatro metas com os ataques: “atacar o programa nuclear do Irã; atingir suas capacidades de mísseis balísticos; atacar sua capacidade de destruir Israel por meio de um ataque terrestre; e criar as condições para frustrar a longo prazo o programa nuclear do Irã por meios diplomáticos”.

lll
Meghdad Madadi/Tasnim

Ao ser questionado sobre a possibilidade de Israel acabar com as capacidades nucleares do Irã, Hanegbi respondeu que “isso não é possível. Não pode ser feito por meios cinéticos”.

Mais lidas

Ao mesmo tempo, afirmou que apenas os Estados Unidos têm a possibilidade de “concretizar o que é descrito como um bom acordo”. Este modelo fará o Irã “por escolha própria, desistir das armas nucleares”, segundo ele.

Contudo, afirmou que a campanha ainda está no “começo do começo”, que os “objetivos ambiciosos” de Israel não serão alcançados rapidamente e espera que o Irã continue a retaliar, segundo o periódico local.

O porta-voz ainda acrescentou que o presidente norte-americano, Donald Trump, sabia com antecedência sobre os ataques de Israel.

(*) Com informações de Times of Israel