Domingo, 10 de maio de 2026
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O chanceler russo, Sergei Lavrov, afirmou, nesta quarta-feira (20/08), que Moscou precisa ser incluída em qualquer negociação internacional sobre as garantias de segurança da Ucrânia — a declaração se deu em meio a iniciativa do presidente dos EUA Donald Trump para uma reunião trilateral com o russo Vladimir Putin e o ucraniano Volodymyr Zelensky.

Lavrov avaliou que os debates atuais, que não contaram com a presença da Rússia, são parte de uma “escalada agressiva” da diplomacia europeia e de um “esforço desajeitado para influenciar Trump”.

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“Discutir garantias de segurança seriamente sem a Rússia é um caminho para lugar nenhum”, afirmou ainda, durante visita à Jordânia. As informações são do jornal britânico The Guardian.

O chanceler russo, Sergei Lavrov, afirmou, nesta quarta-feira (20/08), que Moscou precisa ser incluída em qualquer negociação internacional sobre as garantias de segurança da Ucrânia <br / > MFA Russia/X

O chanceler russo, Sergei Lavrov, afirmou, nesta quarta-feira (20/08), que Moscou precisa ser incluída em qualquer negociação internacional sobre as garantias de segurança da Ucrânia
MFA Russia/X

O ministro também declarou que a China, aliada de Moscou, deveria estar entre os países discutindo a segurança da Ucrânia, retomando proposta feita por negociadores russos durante as conversas na Turquia ainda em 2022.

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Já foi dito repetidas vezes por autoridades russas que Moscou não aceitaria o envio de forças europeias à Ucrânia, ponto que agora líderes europeus tentam promover.

Por outro lado, Kyiv deve reagir com ceticismo à ideia de que a China passe a atuar dentro das discussões sobre segurança no país.

Ainda, Lavrov evitou qualquer referência direta a uma possível cúpula entre Putin e Zelensky. Moscou, até o momento, não demonstra sinais de se preparar para tal encontro.

O chanceler russo também advertiu que qualquer contato entre os dois líderes deveria ser organizado “com o máximo de cuidado”.