Terça-feira, 12 de maio de 2026
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Para a Ucrânia, não há mais esperanças da possibilidade de uma contraofensiva na guerra contra a Rússia. O próprio governo admitiu isso nesta terça-feira (12/12).

À imprensa britânica BBC, o secretário do Conselho Nacional de Segurança e Defesa ucraniano, Oleksiy Danilov declarou que a estratégia não atendeu às expectativas.

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A contraofensiva tinha como objetivo recapturar grandes áreas de território que foram anexadas pelo governo russo em 2022 e chegar ao Mar de Azov, isolando a Crimeia das regiões orientais ocupadas e da Rússia. No entanto, esses objetivos acabaram sendo frustrados.

“Isto não significa que a vitória não estará do nosso lado”, defendeu Danilov, ao revelar que atualmente Kiev está tentando alcançar novos pacotes de ajuda ocidental.

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Depois de falar que os meses seguintes a maio são “uma oportunidade histórica”, o secretário ucraniano destacou que acredita agora que “o fato de defendermos o nosso país há dois anos já é uma grande vitória”.

À respeito do financiamento militar, especialmente neste momento em que Zelensky se encontra em Washington para tentar desbloquear dos Estados Unidos ajuda militar contra tropas russas, Danilov disse que “certamente será concretizado”.

Ucrânia tenta desbloquear ajuda ocidental para guerra enquanto Conselho Nacional de Segurança e Defesa do país admite falha na estratégia para recapturar territórios anexados

Wikicommons

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A Ucrânia tem passado por uma série de derrotas diplomáticas e políticas. No entanto, o próprio país também encara outros problemas estruturais. 

Nesta terça-feira (12/12), a maior operadora de telecomunicações ucraniana, Kyivstar, que conta com 24,3 milhões de assinantes, anunciou que foi alvo de “um poderoso ataque de hackers” após os assinantes reclamarem de interrupções na rede e na internet.

O CEO do grupo, Oleksandre Komarov, não pensou duas vezes e chegou acusando a Rússia pelo ocorrido ao dizer que foi um ato de “guerra” que partiu de Moscou e que, ao paralisar a rede, “destruiu parcialmente” a infraestrutura de TI.

“Estamos falando de uma guerra que está acontecendo não só no campo de batalha, mas também no espaço virtual, e infelizmente fomos afetados por esta guerra”, declarou Komarov.