Domingo, 10 de maio de 2026
APOIE
Menu

Israel pediu à Corte Internacional de Justiça (CIJ) que não emita ordens emergenciais para aumentar o envio de ajuda humanitária, incluindo alimentos, à Faixa de Gaza, em resposta à denúncia da África do Sul sobre o genocídio causado pela sua ofensiva e seus sucessivos pedidos por medidas de emergência sobre a fome na região.

Para o governo de Israel, os pedidos do país africano “são totalmente infundados de fato e de direito, moralmente repugnantes e representam um abuso tanto da Convenção sobre Genocídio quanto do próprio tribunal”.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

UNRWA/Twitter
Segundo a ONU, fome em Gaza é iminente

Em um documento apresentado ao tribunal superior da Organização das Nações Unidas (ONU) nesta segunda-feira (18/03), Israel diz que “tem uma preocupação real com a situação humanitária e com vidas inocentes, conforme demonstrado pelas ações que tomou e está tomando” em Gaza durante a guerra.

Nesta linha, a agência de notícias britânica Reuters afirmou que advogados israelenses negam que exista um sofrimento humanitário na região.

Mais lidas

No entanto, não é o que aponta a Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA). Segundo o órgão da ONU, “a fome é iminente no norte de Gaza e toda a população enfrenta níveis críticos de insegurança alimentar ou pior”.

Além disso, a agência afirma que as crianças estão morrendo de desidratação e fome.