Quarta-feira, 13 de maio de 2026
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Faleceu nesta segunda-feira (26/02) o soldado norte-americano Aaron Bushnell, de 25 anos, em decorrência das queimaduras sofridas durante protesto suicida em frente à embaixada de Israel, em Washington.

Membro da Força Aérea dos Estados Unidos, Bushnell ateou fogo em seu próprio corpo em ação que foi transmitida ao vivo em suas redes sociais.

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Segundo o Departamento de Polícia da capital norte-americana, ele foi socorrido por seguranças da própria embaixada israelense e de edifícios vizinhos. Em seguida, foi levado a um hospital próximo, onde permaneceu internado em estado crítico, até que seu corpo não aguentou.

Pouco antes de atear fogo em si mesmo, o militar afirmou que sua ação era uma forma de protestar contra o que qualificou como “um genocídio promovido por Israel” na Faixa de Gaza.

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“Não serei cúmplice de um genocídio”, alegou o soldado norte-americano. Em seguida, ele molhou seu corpo com um líquido inflamável, ateou fogo e passou a gritar “Palestina livre, Palestina livre…”, enquanto queimava.

‘Não serei cúmplice de um genocídio’, disse Aaron Bushnell, que era membro ativo da Força Aérea norte-americana e faleceu horas depois; ato foi transmitido

Reprodução vídeo

Trecho da transmissão ao vivo de Bushnell mostra os segundos anteriores ao momento em que ele ateia fogo ao próprio corpo

Seu vídeo permaneceu disponível em algumas plataformas durante poucas horas, até que foi retirado do ar. Ainda é possível encontrar versões editadas que eliminam ou ocultam a parte em que seu corpo pega fogo.

Vale recordar que apesar do apoio político e do fornecimento de armas, o governo dos Estados Unidos não enviou nenhum soldado do país para o campo de batalha em Gaza.

O governo dos Estados Unidos se referiu ao caso através de um comunicado da Força Aérea, que lamentou o incidente e confirmou a informação de que o autor do ato era um dos seus soldados.