Domingo, 10 de maio de 2026
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As Brigadas Izz al-Din Al-Qassam, braço militar do movimento de resistência islâmica Hamas, realizaram um ataque a Tel Aviv e outras localidades israelenses nesta sexta-feira (27/10).

Em comunicado, o grupo assumiu a autoria dos ataques, que também tiveram como alvo as regiões de Gush Dan, Rishon Lezion, Shoham e Mishmar Hashvaa.

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Segundo o jornal israelense Haaretz, também foram registradas explosões em Petah Tikva, cidade que Israel considera como seu território, mas que pertencia à Palestina até ser ocupada por colonos israelenses há poucos anos atrás.

Até o momento, os ataques registraram ao menos três pessoas feridas.

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O Hamas afirma que o ataque foi uma reação aos “bombardeios sionistas contra civis palestinos nos últimos dias”.

Autoria da ação foi assumida pelas Brigadas Izz al-Din Al-Qassam, braço militar do grupo que luta pela causa palestina

Al Mayadeen

Mísseis disparados pelo Hamas teriam atingido ao menos cinco localidades diferentes dentro do território de Israel

Segundo o Ministério da Saúde de Gaza, até está quinta-feira (27/10) foram sido contabilizadas mais de sete mil mortes de civis na cidade palestina, incluindo cerca de três mil crianças.

Em entrevista exclusiva ao programa 20 MINUTOS, no canal de Youtube de Opera Mundi, o representante do Hamas no Líbano, Osama Hamdan, disse as ações promovidas pelo grupo contra o território israelense buscam apenas alvos militares, e que a propaganda do governo do premiê Benjamin Netanyahu oculta essa informação

“Eles listaram cerca de 600 nomes (após o ataque de 7 de outubro). Destes, 310 de soldados israelenses e oficiais, 76 de policiais, 32 de guardas dos assentamentos. Portanto, mais de 400 dos alvos eram militares. Depois pararam de declarar os nomes. Alguém pode dizer o porquê? Porque se continuassem a dizer os nomes todo mundo da comunidade internacional descobriria que mais de 80% dos mortos eram militares em serviço”, argumenta o porta-voz do Hamas.

Assista a entrevista na íntegra: