Domingo, 10 de maio de 2026
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O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou nesta quinta-feira (03/10) que está discutindo com Israel possíveis ataques contra instalações de petróleo do Irã, em resposta aos recentes ataques com mísseis realizados por Teerã em território israelense.

“Estamos discutindo isso. Acho que seria um pouco… De qualquer maneira…”, disse o mandatário norte-americano, sem dar maiores detalhes, ao ser questionado em uma coletiva de imprensa na Casa Branca se apoiaria bombardeios contra instalações petrolíferas iranianas.

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Apesar de ter sido enfático ao dizer que não permitiria um ataque às instalações nucleares do Irã, prometendo mais sanções ao país, Biden destacou que Israel tem o direito de reagir “de maneira proporcional”. O Irã tem a exploração desse recurso natural o principal pilar de sua economia.

No entanto, o presidente acrescentou que não espera a resposta israelense para esta quinta (03/09). “Em primeiro lugar, nós não ‘permitimos’ a Israel, nós aconselhamos Israel. E não tem nada acontecendo hoje”, afirmou.

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“Nós não ‘permitimos’ a Israel, nós aconselhamos Israel. E não tem nada acontecendo hoje”, afirmou Biden

Os comentários de Biden geraram uma alta expressiva no preço do petróleo. Um ataque israelense às refinarias do Irã poderia reduzir significativamente a oferta global de petróleo, já que o país persa é responsável por um terço da produção da commodity na região.

Os preços do petróleo avançaram mais de 5% apenas nesta semana devido à crise no Oriente Médio, que corre o risco de se tornar uma guerra generalizada, após a escalada no Líbano e hostilidades entre Israel e Irã.

Segundo o Irã, o bombardeio, que não deixou vítimas, foi uma retaliação pelas mortes de Ismail Haniyeh e Hassan Nasrallah, líderes do Hamas e do Hezbollah, respectivamente.

O chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas do Irã, general Mohammad Bagheri, ainda alertou que a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC, por sua sigla em inglês) está preparado para lançar mais um ataque de mísseis, com intensidade “muito maior”, caso Israel opte pela retaliação.

(*) Com Ansa e Brasil247