Domingo, 10 de maio de 2026
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As Brigadas Al Qassam, braço armado do Hamas, publicaram nesta segunda-feira (30/10) um vídeo em que três mulheres israelenses que são prisioneiras do grupo palestino desde 7 de outubro enviam uma “mensagem a [Benjamin] Netanyahu e ao governo sionista”.

No vídeo, uma das prisioneiras lembra que elas estão em cativeiro há 23 dias, mas acusa o governo israelense pela sua situação atual. Segundo ela, “temos tido acesso às notícias e sabemos que deveria haver um cessar-fogo. Isso deveria libertar todos nós. Eles [o Hamas] prometeram libertar todos nós quando houver esse cessar-fogo”.

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Em seguida, a mulher que falou em nome do grupo de prisioneiras disse que elas estão sendo punidas pela “negligência política e nacional” do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, que “não quer assumiu o erro que cometeu no dia 7 de outubro”.

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“Quando fomos sequestradas, Israel estava completamente vulnerável. Não havia soldados na nossa região, e ninguém veio nos ajudar, ninguém nos ouviu”, acrescentou a prisioneira.

‘Propaganda psicológica cruel’

Através de um comunicado emitido pelo gabinete do primeiro-ministro, o governo de Israel descreveu o vídeo como uma “propaganda psicológica cruel”.

“Nossos corações estão com vocês e todos os reféns. Estamos fazendo tudo o que podemos para trazer para casa todos os sequestrados e desaparecidos”, disse o documento.

O gabinete de Netanyahu identificou as mulheres como sendo Rimon Kirsht, Danielle Aloni e Lena Trupanov.

Na gravação, aparecem três mulheres que estão presas há 23 dias, uma delas acusa Tel Aviv de rechaçar cessar-fogo que 'resultaria na nossa liberdade’; Israel classificou estratégia como ‘propaganda cruel’

Reprodução

Mulheres israelenses prisioneiras do Hamas enviaram mensagem crítica ao governo de Netanyahu