Domingo, 10 de maio de 2026
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Dezenas de milhares de pessoas participaram nesta terça-feira (30/07) de uma marcha convocada pelos líderes da coalizão de esquerda Grande Pólo Patriótico (GPP), com o objetivo de reforçar o apoio popular ao presidente Nicolás Maduro e defender o reconhecimento de sua vitória nas eleições presidenciais de domingo (28/07).

O ato é uma reação às manifestações promovidas no dia anterior pelo grupo opositor de extrema direita Plataforma Unitária, que defende desconhecer os resultados apresentados pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE), os quais afirmam que Maduro venceu as eleições com 51,20% dos votos, enquanto o candidato da Plataforma Unitária, Edmundo González, teve 44,02%.

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O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, foi um dos líderes políticos que convocou os atos desta terça. Segundo ele, “não se transige com o fascismo, não se negocia com o fascismo e principalmente, não se outorga (ao fascismo) benefícios processuais”.

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“Ao fascismo deve-se aplicar todo o rigor das leis da República. O povo vai às ruas para combater o fascismo!”, completou o líder do Legislativo venezuelano.

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Acordo parlamentar

Nesta mesma terça-feira, a Assembleia Nacional venezuelana (unicameral) aprovou um acordo parlamentar sobre o resultado das eleições, que foi aceito pela maioria dos partidos, incluindo parte da oposição – com exceção dos setores que conformam a Plataforma Unitária.

O texto defende o reconhecimento dos resultados apresentados pelo CNE e rechaça “qualquer ato de violência que pretenda gerar um processo de desestabilização e desconhecimento dos resultados emitidos pela autoridade eleitoral”.

O acordo foi aprovado por maioria qualificada – ou seja, mais de dois terços dos parlamentares presentes. A sessão aconteceu simultaneamente à manifestação chavista realiza em Caracas.

 

Veja algumas imagens da manifestação em favor de Nicolás Maduro na capital venezuelana: