Domingo, 10 de maio de 2026
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O assessor especial da Presidência do Brasil, Celso Amorim, sustenta a ideia de que a realização de novas eleições na Venezuela pode ser uma alternativa viável para superar o impasse eleitoral no país caribenho após o pleito de 28 de julho que definiu a vitória de Nicolás Maduro. 

A informação foi confirmada por fontes do Planalto consultadas por Opera Mundi nesta terça-feira (13/08). No entanto, a sugestão do diplomata “não tem nenhuma proposta oficial” e carece de um posicionamento do governo brasileiro, uma vez que ela, apesar de ter sido apresentada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, não foi formalizada.

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Apesar de se tratar de uma “ideia” levantada informalmente nos bastidores da Presidência, houve avanço no âmbito de discussões referentes à retirada de sanções como uma medida de incentivo ao governo venezuelano para a possibilidade de uma “observação internacional mais intensa” em uma “hipotética nova eleição”.

Lula oficialmente segue sustentando os esforços da tríade de nações americanas, composta por Brasil, Colômbia e México, no auxílio à crise em Caracas, e a necessidade do governo Maduro apresentar as atas de cada uma das sessões eleitorais para comprovar o resultado das eleições e a transparência de seus sistema eleitoral.

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Na última quinta-feira (08/08), de acordo com a Folha, durante uma reunião ministerial interna em Brasília, o presidente brasileiro teria comentado que “o resultado das eleições [na Venezuela] não poderia ser aceito sem a prova de que elas foram limpas”.

Questionado pela reportagem sobre a veracidade da afirmação, fontes do Planalto indicaram que se trata de uma informação que foi veiculada “de maneira informal” pela imprensa, e reforçou que até o momento a fala do mandatário não foi amadurecida na casa.