Sábado, 23 de maio de 2026
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O Parlamento de San Marino, enclave independente situado no centro-norte da Itália, aprovou na última quarta-feira (31/08) uma lei que descriminaliza o aborto no país até a 12ª semana de gestação.

O texto, que dá sequência ao plebiscito de 26 de setembro de 2021 onde 77% dos eleitores disseram “sim” à descriminalização da interrupção voluntária da gravidez, recebeu 32 votos a favor e sete contrários, além de 10 abstenções. 

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Até a última quarta-feira (31/08), a prática do aborto era passível de punição com até seis anos de cadeia em San Marino, um Estado confessional católico. 

A Itália, país ao qual a cultura e sociedade são-marinense estão profundamente ligados, permite a interrupção da gravidez desde a década de 1970.

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Parlamento de San Marino aprovou na última quarta-feira (31/08) uma lei que descriminaliza aborto no país até a 12ª semana de gestação

Giorgio Minguzzi/Flickr

Texto dá sequência ao plebiscito de 26 de setembro de 2021 onde 77% dos eleitores disseram "sim" à descriminalização do aborto

“Festejamos, mas devemos estar cientes de que é apenas um ponto de partida”, disse a União das Mulheres São-Marinenses (UDS), promotora do plebiscito de 2021.

(*) Com Ansa.