Sábado, 23 de maio de 2026
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 O Senado da Itália aprovou nesta quinta-feira (24/11) a criação de uma comissão parlamentar de inquérito sobre o feminicídio e outras formas de violência de gênero.

O texto recebeu 139 votos favoráveis e nenhum contrário e segue agora para apreciação da Câmara dos Deputados.

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“É um sinal forte em uma batalha que precisa ter todos do mesmo lado”, disse a deputada de centro Mara Carfagna.

Já o presidente do Senado, Ignazio La Russa, reforçou que o feminicídio é “essencialmente uma questão dos homens”, uma vez que mais da metade das mulheres assassinadas na Itália são vítimas de ex ou atuais parceiros, segundo o Instituto Nacional de Estatística (Istat). 

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Relatório divulgado mostrou que, dos 221 homicídios cometidos no país nos primeiros nove meses deste ano, 82 tiveram como vítimas mulheres

Wikicommons

Texto recebeu 139 votos favoráveis e nenhum contrário e segue agora para apreciação da Câmara dos Deputados

Um relatório divulgado na última terça-feira (22/11) pelo Departamento de Segurança Pública da Itália mostrou que, dos 221 homicídios cometidos no país nos primeiros nove meses deste ano, 82 tiveram como vítimas mulheres. Dessas, 71 foram mortas em “ambiente familiar”, sendo que 42 foram assassinadas por parceiros ou ex-companheiros.

Os números de feminicídios, apresentados pela Direção Central de Polícia em um documento chamado “O preconceito e a violência contra a mulher”, têm uma leve queda na comparação com o mesmo período de 2021, quando foram 90 vítimas. 

(*) Com Ansa