Sexta-feira, 22 de maio de 2026
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O congolês Denis Mukwege e a iraquiana Nadia Murad foram
laureados nesta sexta-feira (05/10) com o Nobel da Paz de 2018 “por seus
esforços para acabar com o uso da violência sexual como uma arma de guerra e
conflito armado”.

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O ginecologista Mukwege, conhecido como “doutor
milagre”, passou grande parte da sua carreira tratando as vítimas de
violência sexual na República Democrática do Congo.

Além disso, foi um crítico do governo congolês e de outros
países por não fazerem o suficiente para acabar com os abusos contra mulheres,
principalmente em locais que estão enfrentando conflitos armados. Segundo a
Academia do Nobel, o médico de 63 anos e sua equipe trataram cerca de 30 mil
vítimas.

Murad, por sua vez, é uma mulher da minoria religiosa
yazidi. Ela se tornou uma ativista dos direitos humanos após ter sido escrava
sexual do Estado Islâmico (EI) no Iraque por três meses.

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Descrita como uma pessoa que mostra uma “coragem
incomum”, ela fugiu dos terroristas em 2014 e liderou uma campanha para
impedir o tráfico de seres humanos e libertar os yazidis da perseguição.

Segundo a Academia, Murad é mais uma das milhares de
mulheres que sofreram abusos sexuais no Iraque. A violência sexual é utilizada
pelo grupo terrorista como uma arma de guerra.

Congolês Denis Mukwege e a iraquiana Nadia Murad foram premiados "por seus esforços para acabar com o uso da violência sexual como uma arma de guerra e conflito armado"

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Prêmio foi para o congolês Denis Mukwege e a iraquiana Nadia Murad (Divulgação/Nobel)