Quinta-feira, 28 de maio de 2026
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A justiça norte-americana considerou nesta terça (22/08) que medida de banir sete livros de escolas públicas do Arizona fere os direitos constitucionais dos estudantes do estado.

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A medida foi tomada pelos então secretários de governo John Huppenthal e Tom Horne em 2010. Entre os livros banidos estava o livro “Pedagogia do oprimido” do educador brasileiro Paulo Freire.

Segundo a decisão judicial, o Arizona, ao banir o livros das escolas, violaria os direitos constitucionais dos estudantes “por que promulgação quanto a execução [da medida] foram motivadas por questões raciais”, afirmou o juiz A. Wallace Tashima.

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Reprodução

Segundo a justiça norte-americana a decisão de banir o livro de Paulo Freire foi tomada para obter ganhos políticos

Medida foi considerada um ataque aos direitos constitucionais dos estudantes do estado

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“Evidências adicionais mostram que os réus estavam perseguindo fins discriminatórios para obter ganhos políticos. Horne e Huppenthal repetidamente apontaram seus esforços contra o programa em suas respectivas campanhas políticas de 2011, inclusive em discursos e propagandas de rádio. A questão foi uma benção política para os candidatos”, escreveu o juiz na senteça.