Segunda-feira, 25 de maio de 2026
APOIE
Menu

A Comissão Europeia assinou nesta quinta-feira (27/08) o primeiro contrato de compra antecipada de vacinas contra o novo coronavírus para Estados-membros do bloco.

O acordo com a multinacional anglo-sueca AstraZeneca prevê a aquisição de pelo menos 300 milhões de doses da candidata desenvolvida pela Universidade de Oxford, que está sendo testada inclusive no Brasil, com uma opção de comprar outras 100 milhões de unidades – a população da União Europeia é de cerca de 445 milhões de pessoas.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

O protocolo já havia obtido aprovação das duas partes em 14 de agosto, mas agora foi formalizado pelo poder Executivo do bloco e pela AstraZeneca. De acordo com Bruxelas, o contrato também permitirá a “doação” da vacina para “países de renda média e baixa ou o redirecionamento para outros países europeus”.


Siga EM TEMPO REAL e com gráficos didáticos o avanço do novo coronavírus no mundo

Mais lidas

“A comissão está trabalhando sem parar para prover aos cidadãos europeus uma vacina segura e efetiva contra a covid-19 o quanto antes. A entrada em vigor do contrato com a AstraZeneca é um importante passo à frente nesse sentido”, declarou a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.

Acordo com a AstraZeneca prevê a aquisição de pelo menos 300 milhões de doses, com uma opção de comprar outras 100 milhões de unidades

Wikimedia Commons

Poder Executivo da UE também já concluiu conversas exploratórias com outras empresas que estão desenvolvendo vacinas

O poder Executivo da UE também já concluiu conversas exploratórias com as empresas Sanofi-GSK, Johnson & Johnson, CureVac e Moderna a respeito de outras quatro possíveis vacinas contra o novo coronavírus, mas esses acordos ainda não foram formalizados.

A candidata de Oxford, chamada ChAdOx1 nCoV-19, é considerada uma das mais promissoras para deter a pandemia e utiliza um adenovírus de chimpanzés para apresentar ao sistema imunológico a proteína spike, usada pelo coronavírus Sars-CoV-2 para agredir células humanas.

A vacina está na terceira e última fase de estudos clínicos.