Domingo, 24 de maio de 2026
APOIE
Menu

A Comissão Europeia anunciou nesta quarta-feira (15/07) uma série de medidas para evitar uma “nova onda” de casos do coronavírus no bloco. 

Entre os pontos anunciados, está a aprovação da interoperabilidade dos aplicativos de rastreamento além das fronteiras nacionais e a necessidade de enfrentar de maneira eficiente novos focos da doença, com uma colaboração estreita entre todos os governos tanto no curto como no longo prazo.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

Outro ponto do texto propõe garantir a liberdade de circulação dos fornecimentos médicos essenciais entre os países da União Europeia, concluindo acordos com fabricantes de vacina e facilitando estudos em larga escala. Bruxelas ainda destaca que é preciso também financiar e facilitar o transporte de equipes médicas na União Europeia e a transferência de pacientes entre os países-membros.


Siga EM TEMPO REAL e com gráficos didáticos o avanço do novo coronavírus no mundo

Mais lidas

O documento ainda pede “atenção e apoio” às pessoas vulneráveis, como os idosos e aquelas com doenças crônicas. Foco também nas gripes sazonais, através da implementação de uma maior cobertura vacinal.

“Agora sabemos mais sobre o vírus, mas o nosso dever é permanecer vigilantes e preventivos. A união das medidas apresentadas hoje miram combater possíveis novos focos de covid-19. Nos atentando às lições dos últimos meses, nós estamos planejando com antecedência para evitar improvisos, reforçando a nossa preparação em todas as frentes, preservando o mercado único e suas principais liberdades e facilitando o percurso para a retomada econômica”, ressaltou o vice-presidente da Comissão, Margaritis Schinas.

Bruxelas destacou que é preciso financiar e facilitar transporte de equipes médicas e a transferência de pacientes dentro da União Europeia

Fotos Públicas

Pedido foi apresentado em junho por seis países do bloco – Alemanha, França, Espanha, Bélgica, Dinamarca e Polônia

A comissária europeia para a Saúde, Stella Kyriakides, lembrou que o novo coronavírus “ainda está em circulação” na União Europeia e que são indispensáveis manter a “vigilância, a preparação e a coordenação” para prevenir novos focos.

“Hoje, pedimos uma ação forte e sólida para proteger os nossos cidadãos e apoiar os Estados-membros a fazer isso. É nossa responsabilidade assegurar que eles estejam completamente preparados. Agora não é o momento de baixar a guarda”, concluiu.

O anúncio do plano vem na esteira de um pedido apresentado em junho por seis países do bloco – Alemanha, França, Espanha, Bélgica, Dinamarca e Polônia – para que houvesse uma resposta coordenada no caso de uma nova pandemia porque ficou claro, durante a crise sanitária da covid-19, que os Estados-membros não estavam preparados.

No início da pandemia, os países da UE foram os que mais registraram casos e mortes por coronavírus – especialmente, na Itália e na Espanha. No entanto, com a aplicação de duras medidas de isolamento, a crise foi controlada.