Segunda-feira, 25 de maio de 2026
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A farmacêutica Pfizer e o laboratório alemão BioNTech anunciaram nesta quarta-feira (18/11) que sua vacina contra a covid-19 apresentou uma eficácia de 95% na prevenção da doença. Os dados, no entanto, ainda precisam ser revisados por cientistas independentes e publicados em revista científica.

As empresas informaram que concluíram seus estudos com base nos resultados da fase 3 de testes, que ainda está em andamento e que envolvem 43,5 mil pessoas, e que, no caso dos idosos, a eficácia também foi elevada, de 94%.

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Os índices estão muito acima do mínimo considerado adequado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que classifica como eficiente uma imunização que tenha eficiência de 50%.


Executivos da Pfizer lucraram milhões ao vender ações no dia em que anunciaram eficácia da vacina

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Os números anunciados nesta quarta tiveram como base 170 casos confirmados do coronavírus Sars-CoV-2, sendo que oito dos voluntários tinham tomado, de fato, a BNT 162b, e os outros 162 tinham tomado um placebo.

A análise ainda informou que não houve reações graves à doença, sendo que apenas 2% dos voluntários apresentaram dores de cabeça e 3,8% tiveram fadiga, e que a eficácia começou a ser detectada 28 dias após as pessoas tomarem a primeira das duas doses da vacina.

No dia 9 de novembro, as empresas haviam divulgado que a BNT 162b tinha apresentado 90% de eficácia na análise de dados de 94 voluntários já na fase 3. A imunização usa uma tecnologia inovadora, com o RNA mensageiro (mRNA), e já foi encomendada por diversos países e pela União Europeia, que reservou 300 milhões de doses.

No entanto, a principal preocupação com a BNT 162b refere-se ao transporte do imunizante que precisa ser mantido a -80ºC, em uma temperatura fora do padrão “normal”. 

Dados, no entanto, ainda precisam ser revisados por cientistas independentes e publicados em revista científica