Domingo, 24 de maio de 2026
APOIE
Menu

As autoridades paraguaias confirmaram nesta quinta-feira (02/02) a realização do reforço anual de 100 mil doses da vacina bivalente contra a covid-19 produzida pelo laboratório norte-americano Moderna.

Com o comunicado, o Ministério da Saúde do país indicou a dispensa do medicamento que contém dois tipos diferentes de antígenos em sua fórmula, um da cepa original da doença e outro da variante Ômicron circulante.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

A entidade de saúde explicou que no âmbito do Programa Ampliado de Imunização será iniciado o trabalho preventivo em todos os postos de vacinação que compõem o plano contra a covid-19 da nação sul-americana.

A instituição destacou que maiores de 18 anos poderão ter acesso à dose atualizada do imunizante bivalente, enquanto gestantes só poderão receber o medicamento a partir de 12 semanas de gestação mediante prescrição médica.

Mais lidas

Ministério da Saúde indicou dispensa do medicamento que contém dois tipos diferentes de antígenos em sua fórmula

Facebook/Ministerio de Salud Paraguay

mMaiores de 18 anos poderão ter acesso à dose atualizada do imunizante bivalente

A pasta da saúde especificou que o medicamento será administrado com a periodicidade anual, principalmente no inverno, quando as campanhas focam na imunização contra influenza.

Segundo o projeto Our World in Data, da Universidade de Oxford, o Paraguai administrou 9,5 milhões de doses imunizantes contra a covid-19. O país também registrou 806.256 casos do coronavírus SARS-CoV-2, de 7 de janeiro de 2020 a 21 de janeiro, enquanto entre 15 e 21 de janeiro de 2023 foram confirmados 413 positivos para a doença e 73 novas internações. O país também contabilizou 19.820 mortes no total. 

(*) Com TeleSUR