Segunda-feira, 25 de maio de 2026
APOIE
Menu

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, 75 anos, tomou neste sábado (03/04) a segunda dose da vacina contra a covid-19.

O ex-mandatário foi imunizado em um drive-thru em São Bernardo do Campo (SP), sua cidade de residência, com a Coronavac, fórmula desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

“Eu tomei, estou seguro e daqui a alguns dias estarei mais prevenido contra a covid-19”, afirmou Lula em um vídeo divulgado em suas redes sociais. O ex-presidente ainda acrescentou que, mesmo completamente vacinado, não vai relaxar nos cuidados.

“Quem tomou a segunda dose tem que continuar utilizando máscara, tem que continuar lavando as mãos e usando álcool gel, tem que continuar evitando aglomeração”, disse Lula.

Mais lidas

Ex-presidente destacou importância do respeito às restrições sanitárias e pediu um esforço global no combate ao novo coronavírus

Reprodução/Ricardo Stuckert

Ex-presidente destacou importância do respeito às restrições sanitárias e pediu um esforço global no combate ao novo coronavírus

No que chamou de “guerra da natureza contra a humanidade”, Lula também pediu um esforço global no combate ao vírus. “É preciso que a gente faça uma verdadeira campanha para que os presidentes dos principais países se reúnam”, afirmou. 

Segundo o ex-presidente, poucas nações concentram a maior parte das vacinas disponíveis. “Os países ricos têm de assumir a responsabilidade de produzir vacinas em quantidade.”

Depois de expressar solidariedade a todos aqueles que perderam parentes para a covid-19, Lula também fez cobranças ao governo. Neste momento, afirmou, existem três prioridades: vacina, auxílio emergencial (para os mais pobres e também para empreendedores) e criação de empregos. 

Segundo ele, o governo precisar conversar com os governadores, os prefeitos, os secretários de saúde. “Essa luta é de todos”, acrescentou, lembrando que recentemente foi identificada nova cepa na cidade de Sorocaba, interior paulista.

*Com ANSA e Rede Brasil Atual