Segunda-feira, 25 de maio de 2026
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Um relatório divulgado nesta quinta-feira (27/08) pelo Instituto Superior de Saúde (ISS) e Ministério da Saúde da Itália revelou que atualmente existem 1.374 focos da doença ativos no país europeu, um acréscimo de 490 novos surtos em uma semana.

De acordo com o estudo sobre a evolução da pandemia no território italiano, entre 17 e 23 de agosto, ambos os números estão aumentando pela quarta semana consecutiva. Na anterior, foram notificados 1077 surtos ativos, dos quais 281 eram novos.

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“Isso implica um maior empenho dos serviços locais nas atividades de rastreamento de contatos. Os serviços conseguiram até agora conter a transmissão local do vírus, mas, se a tendência atual de aumento da incidência persistir, as capacidades de respostas poderão ser severamente testadas”, alerta o texto.

Segundo a pesquisa, a maioria dos casos de contágio de Sars-CoV-2 continua a ser contraída no território nacional.

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“20,8% dos novos casos diagnosticados na semana de acompanhamento são importados do estrangeiro, porém, em relação à semana anterior, há um aumento de casos importados de outra região ou província (de 2,3% na semana de monitoramento anterior para 15,7% na semana atual)”.

Ao todo, pelo menos 16 regiões e províncias autônomas relataram um aumento no número de contágios em relação à semana anterior que não pode ser atribuído apenas às importações do exterior.

Pelo menos 16 regiões e províncias autônomas relataram um aumento no número de contágios

Fotos Públicas

Pelo menos 16 regiões e províncias autônomas relataram um aumento no número de contágios

Embora o número em muitas regiões e províncias continue baixo, em outras realidades regionais continua sendo notificado um elevado número de novas infecções e “se observa uma tendência generalizada de aumento”. “Isso deve exigir cautela, pois denota que em algumas partes do país a circulação do vírus ainda é significativa”, acrescenta o ISS e o Ministério da Saúde.

Além disso, nesta última semana de monitoramento, 36% das novas contaminações diagnosticadas na Itália foram identificadas por triagem, enquanto 32% nas atividades de rastreamento de contatos. Os demais casos, porém, foram classificados como sintomáticos (27%), não relatado (5%).

Outro dado relevante é sobre a idade média dos casos diagnosticados, que é de 29 anos, confirmando uma tendência decrescente. O resultado está relacionado com o fato de que os jovens estão circulando com maior frequência depois da reabertura de atividades comerciais.

O relatório ainda indica que “há uma mudança na dinâmica de transmissão, com surgimento de casos e surtos associados a atividades recreativas tanto na Itália quanto no exterior, e uma menor gravidade clínica dos casos diagnosticados que, na maioria dos casos, são assintomáticos”.

De uma forma geral, é “essencial manter uma elevada consciência da população em geral sobre o agravamento da situação epidemiológica e a importância de continuar a cumprir rigorosamente todas as medidas necessárias para reduzir o risco de transmissão, como a higiene pessoal, o uso de máscaras e distanciamento físico”.