Domingo, 24 de maio de 2026
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Um grupo de especialistas internacionais da Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou nesta segunda-feira (01/03) que o medicamento anti-inflamatório hidroxicloroquina não deve ser usado para prevenir a covid-19. 

Os cientistas, que fazem parte do Grupo de Desenvolvimento de Diretrizes da OMS, analisaram os resultados de seis ensaios clínicos com mais de seis mil participantes. De acordo com o estudo, a hidroxicloroquina não teve efeito significativo algum sobre os níveis de morte e admissão no hospital. 

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Ao mesmo tempo, é possível concluir que o medicamento não influencia na taxa de infecção e pode aumentar o risco de efeitos adversos. Sendo assim, a OMS orienta de forma concreta aos profissionais da saúde e países que o medicamento não seja utilizado contra o novo coronavírus.

O grupo afirma que o medicamento não é mais uma prioridade de pesquisa. E que, a partir de agora, serão avaliadas outras possibilidades mais promissoras.  

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De acordo com o estudo, o medicamento não influencia na taxa de infecção e pode aumentar o risco de efeitos adversos

Pixabay

Após divulgação, grupo de cientistas da OMS afirma que o medicamento não é mais uma prioridade de pesquisa

Essa recomendação se aplica a todas as pessoas, mesmo as que tiveram contacto com alguém contaminado. Fatores como recursos, viabilidade, aceitabilidade e equidade não alteraram a recomendação. 

Aumento de casos

Na semana passada, o número de casos de covid-19 no mundo aumentou pela primeira vez após cair por seis semanas consecutivas. 

As notificações subiram em quatro das seis regiões da OMS, Américas, Europa, Sudeste Asiático e Mediterrâneo Oriental. Apenas África e Pacífico Ocidental não registraram aumentos. 

Para o diretor-geral da OMS, Tedros Ghebreyesus, “isso é decepcionante, mas não surpreendente.” 

Tedros disse que a agência atua para entender melhor esses aumentos, mas “parte parece ser devido ao relaxamento das medidas de saúde pública, à circulação contínua de variantes e às pessoas baixando a guarda.”

(*) Com ONU News.